Sites Selecionados para Pesquisa - Unidade 2

 

Vídeo: História da URSS em 6 minutos

 

Este vídeo foi sugerido por um ex-aluno meu. Trata-se de um clipe musical da banda Pig with the face of a boy que conta a história completa da União Soviética (URSS) através dos olhos de um trabalhador humilde com arranjos da melodia de Tetris. É pouco ou quer mais? O resultado foi uma música genial que ironiza a política russa desde a época do Czar, passando pelo regime stalinista e a queda do socialismo, até era Putin. Imperdível! Não deixe de assistir, mesmo que você tenha orientação ideológica marxista.

A verdadeira história da URSS. Hoje idolatada por muitos, no passado aliada do ditador de esquerda Hitler, famoso por ter criado o Nacional-Socialismo, hoje chamado de Nazismo. Sabe porque? Ficaria estranho e contráditorio: O Regime de DIREITA Nacional-SOCIALISMO, logo precisabem de um bode espiatorio. Mas enfim, o video trata da história da URSS que não é contada pelo MEC.

 

Sites Selecionados_História_8ª Série_Unidade 2

 

 

 

Tema: Revolução Russa de 1917

 

 

 

Para que venhamos entender o porquê de estudarmos a Revolução Russa de 1917, é importante analisarmos fatores internos do desenvolvimento da Rússia, como era o país no contexto da Revolução Industrial no mundo, fatores como sua grande extensão territorial e caráter agrícola, as dificuldade de seu povo nesta fase, o contexto político da época da 1ª Grande Guerra mundial e o desenvolvimento da movimento socialista no mundo.

 

 

 

Como era a Rússia e um pouco de sua história:

 

http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg5-3.pdf

 

 

 

O contexto político interno e o czarismo:

 

http://profgiba.blogspot.com.br/2011/11/crise-czarista.html

 

http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/czarismo-retrato-inferno-435621.shtml

 

 

 

 

 

A Revolução Russa

 

http://www.marxists.org/portugues/tematica/livros/historia/

 

 

 

História do Partido Comunista (Bolchevique) da URSS

Comissão do Comitê Central do PC(b) da URSS

1938

 


 

Fonte: História do Partido Comunista (Bolchevique) da URSS, Edições Centro Cultural Manoel Lisboa, Pernambuco, Brasil, 1999
Transcrição: Partido Comunista Revolucionário - PCR
HTML:
Fernando A. S. Araújo.

 


 

 

 

 

 

O período stalinista

 

 

 

Mentiras sobre a história da União Soviética.

 

De Hitler e Hearst a Conquest e Solzjenitsyn!

 

 

 

História dos supostos milhões de presos e mortos nos campos de trabalho e pela fome na União Soviética no tempo de Stáline.

 

 

 

Neste mundo em que vivemos, quem consegue escapar às  terriveis histórias de mortes suspeitas e assassinios nos campos de trabalho Gulag na União Soviética? Quem consegue escapar às histórias de milhões de mortos pela fomes e de milhões de opositores executados na União Soviética no tempo de Stáline? No mundo capitalista repetem-se estas histórias  em livros, jornais, radio, televisão e filme numa quantidade infinita e o mito de dezenas de milhões de vitimas que o socialismo teria causado tem crescido sem limites nos últimos cinquenta anos.

 

Mas na realidade, de onde vêm estas histórias e estes números? Quem é que está por detrás disto?

 

E outra pergunta: o que há de verdade nessas histórias? Por exemplo, qual é a informação existente nos arquivos da União Soviética, anteriormente secretos, mas abertos por Gorbatchov à investigação histórica em 1989? Segundo os inventores dos mitos, todas as histórias de milhões de mortos na União Soviética de Stáline se confirmariam no dia em que os arquivos fossem abertos. Foi o que aconteceu? Foi confirmado?

 

 

 

O artigo que segue mostra-nos de onde vêm e quem está por detrás das histórias dos milhões de mortos pela fome e nos campos de trabalho na União Soviética de Stáline. O autor do texto, depois de ter estudado o resultado das investigações feitas nos arquivos da União Soviética  dá-nos também informação em dados concretos sobre o verdadeiro número de presos, anos de prisão e o verdadeiro número de mortos e de condenados à morte na União Soviética de Stáline. A realidade é bem diferente do mito!

 

 

 

O autor do texto, Mário Sousa, é militante do partido comunista, KPML(r) na Suécia. O artigo foi escrito em sueco para o jornal do partido, Proletären - O Proletário - onde foi publicado em Abril de 1998. A tradução é do autor.

 

 

 

Ler mais:

 

http://www.mariosousa.se/MentirassobreahistoriadaUniaoSovietica.html

 

 

 


A silenciosa matança de Stalin

Órfãos, pobres e ladrões. Ou então, filhos da nomenclatura caídos em desgraça. Foram milhões os pequenos “inimigos do povo” deportados, encerrados nos orfanatos, com frequência despojados de sua própria identidade. Agora, pela primeira vez, um livro dá fisionomia e voz às suas histórias: “... Estamos descalços, nus, famintos e cheios de pulgas. No almoço nos dão um pedacinho de pão, cebola e sal...”

A reportagem é de Siegmund Ginzberg, publicada no jornal La Repubblica, 25-07-2010. A tradução é de Benno Dischinger.

Há uma foto muito famosa de Stalin tendo nos braços uma menina que lhe abraça afetuosamente o pescoço. Fora tirada em 1936, durante um encontro no Kremlin com uma delegação da República autônoma soviética buriato-mongólica. Foi publicada no dia seguinte quase em meia página no Izvestia e em todos os outros jornais. A menina tinha seis anos e se chamava Gelya Markizova, sendo filha do segundo secretário do Partido comunista local. O que se soube somente muito mais tarde é que seu pai foi fuzilado pouco depois como “espião pago pelos japoneses”. A mãe também foi morta num misterioso incidente automobilístico. A menina foi parar num orfanato para “inimigos do povo” em Kazakistão. Depois se perderam seus vestígios até que, no início dos anos noventa, foi localizada, já sexagenária, por uma equipe da televisão finlandesa. Contou que da morte de seus pais só soubera após a desestalinização. Do orfanato escrevera a Stalin, anexando um retalho dos jornais com aquela foto, mas jamais recebera resposta. E era, no entanto, uma menina afortunada. A outros milhões de seus coetâneos aconteceram coisas bem piores. Muitos também haviam perdido o nome, alguns jamais conseguiram reerguer-se, nem mesmo após o desmoronamento da URSS. Foi um imenso massacre de inocentes que se prolongou por mais de meio século. De geração em geração e do qual se sabia pouquíssimo.

Até que, em 2002, foi publicada em Moscou uma poderosa coletânea de documentos intitulada Deti Gulaga1918-1956, as crianças do Gulag. Destas coisas não se falava. Não há crianças nos livros de Soljenitzin e Salamov. As próprias pequenas vítimas, aquelas que haviam sobrevivido e eram agora adultas e até idosas, não conseguiam manifestar-se. Ninguém lhes contara nada e muito menos os pais ou os parentes. Para seu bem. Uma frase corrente nos testemunhos colhidos entre aqueles que eram crianças nas muitas décadas de anos terríveis é: “O silêncio era a nossa salvação”. Agora recém foi publicado um volume em inglês, de Cathy Frierson e do organizador da coletânea original de Dieti Gulaga, Semyon Vilensky, intitulado Children of the Gulag [Crianças do Gulag] (Yale University Press). Não me consta que esteja sendo programada uma edição em italiano. Não é um romance. Somente documentos, peças burocráticas oficiais, relatórios de comissões de inquérito, diretrizes dos órgãos superiores, cartas, diários, até as mais recentes reconstruções fundadas nos farrapos de memória de crianças que tinham poucos anos de idade na época dos fatos. Nada de efeitos especiais, somente áridos fatos e ainda mais áridas notas. Eu o li e desatei a chorar. Isso jamais me ocorrera com um livro. E dizer que eu talvez tenha a mania de me comportar como cínico.

Eu pensei que agora soubesse tudo sobre o Gulag. É sabido que os anos da guerra civil que se seguiu à Revolução de Outubro foram terríveis. Somente em 1918 a mortalidade infantil superava os 50%. Estima-se que entre 1921 e 1922 sete milhões e meio de crianças tivessem sofrido de fome e que tenham morrido 95% das crianças abaixo dos três anos, e um terço daquelas que tinham mais de três. Quarenta por cento dos deportados no decurso da campanha de “deskulakização” eram crianças. Somente nos anos de 1937-1938, no ápice do terror, foram justiçadas setecentas mil pessoas. Ao estimar dois filhos pequenos por justiçado, isso perfaz 1,4 milhões de órfãos. O país era invadido por pequenos vagabundos que viviam de furtos e expedientes, se organizavam em bandos que perpetravam saques, estupros, assassinatos. Em 1935, após o cruel homicídio de dois anciãos cônjuges, na sua casa em Moscou, um decreto do Soviet supremo baixou a idade em que se era passível de condenação penal a doze anos. A opinião pública aplaudiu a firmeza de Stalin. Depois, nos institutos penais para menores e nos orfanatos começaram a chegar os filhos dos “inimigos do povo”. Os quais já não eram somente pobretões, porém sempre mais frequentemente os expoentes da nomenclatura que haviam reprimido os precedentes “inimigos”.

Ler mais:

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/noticias-arquivadas/34725-a-silenciosa-matanca-de-stalin



A queda da Rússia

http://www.publico.pt/mundo/noticia/depois-da-queda-as-heranca-do-fim-da-urss-1617491

 

Mundo

Público Público



Depois da queda: as heranças do fim da URSS

Mário Artur Machaqueiro

26/12/2013 - 11:03

A propósito do livro O Fim da URSS, a Nova Rússia e a Crise das Esquerdas, recém-editado, o professor Mário Artur Machaqueiro faz uma análise do impacto do fim da União Soviética, concluindo que, por via desse desfecho, as esquerdas defrontam hoje um risco e um desafio.

KIRILL KUDRYAVTSEV/AFP

ópicos
  1. Rússia

  2. Esquerda

Um dos grandes Filmes da história do cinema, 2001 Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, apesar dos seus indiscutíveis méritos como obra de arte, falhou na antecipação do futuro que pretendia escrutinar enquanto peça de ficção científica.

 

 

Divergência e contradições

http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_Negro_do_Comunismo

 

A verdadeira história da URSS

http://www.gamevicio.com/i/noticias/173/173760-a-verdadeira-historia-da-urss/index.html

 

 

 

Observação:

 

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