Painel 2 - Recaptulando: os Estados Absolutistas - Séc. XVI a XVIII

Tópico 1 - Esfacelamento do regime feudal

O esfacelamento do regime feudal na Europa foi decorrência de diversas causas  sociais, políticas e econômicas que geraram um novo equilíbrio de forças políticas em torno da realeza, com o apoio das classes burguesas que cresceram entre séculos XIV e XVIII.  A Igreja Católica sofre seus primeiros reveses.
Detalhe de castelo medieval_BDWebB
Detalhe de castelo medieval_BDWebB

 

A Igreja Romana e as monarquias dinásticas

 

A formação das monarquias européias era uma situação inevitável, assim como inevitável era o esfacelamento do feudalismo.

 

 

 

A Igreja Católica como um Estado dentro de Estados

 

A Igreja Romana, que, em princípio, não apoiava a formação de monarquias nacionais, por suas características e interesses em ser “um Estado dentro de Estados”, procura um caminho político para vencer a crise e concede seu beneplácito às monarquias existentes, procurando manter seus privilégios. 

 

 

 

O poder da Igreja Católica no mundo

 

O “império” católico, durante a Idade Média e no inicio a Idade Moderna  era imenso.  É de se considerar o fato de a Itália ter sido um dos países de mais tardia formulação de uma monarquia nacional. 

 

Lutero_BDWebB
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O resultado da Reforma Protestante: a ética capitalista

 

Alguns fatores a serem considerados:

 

> o processo de Reforma Protestante  e a perda do prestígio, bens e interesses da Igreja Romana;

 

> o desenvolvimento do Mercantilismo, que embasa a Revolução Comercial, é alicerçado em diversos países na Reforma Protestante,

 

> o fortalecimentos a burguesia, na época, por seu empreendedorismo, uma classe social que ampliava cada vez mais seu poder e foi responsável por inúmeras transformações capitalistas no mundo.

 

Carlos V de França_Suserania e vassalagem_BDWeB
Carlos V de França_Suserania e vassalagem_BDWeB

 

Processo de formação do Estado Moderno

 

O processo de formação dos Estados Modernos reflete, portanto, as mudanças na sociedade européia que buscava  um maior padrão de riqueza e ordenação administrativa dos territórios onde consolidava seus negócios. 

 

O papel do Rei no período feudal

 

Num mundo fragmentário em pequenos feudos ligados por relações de vassalagem, o Rei era mais um senhor feudal que exercia a soberania sobre seu território, mas não sobre todo o reino.  Seu reconhecimento se dava através de processos complexos de alianças com a nobreza feudal. 

 

 

Aliança Burguesia / Realeza e fortalecimento dos Estados Absolutistas

 

 

 No final da Idade Média, a aliança entre a burguesia e a realeza, que começa a dar frutos práticos em Portugal, com a dinastia de Avis, que assume o trono português em 1385, transformando Portugal na primeira nação européia unificada da Europa, com apoio da burguesia portuguesa.

 

São Remígio, "o pastor que combate"_BDWebB
São Remígio, "o pastor que combate"_BDWebB

 

Este fato  aponta para a tendência de institucionalização do Estado Nacional através do absolutismo monárquico atendendo aos interesses da classe burguesa, naquele especifico momento da História, por uma estabilidade calcada em fatores em que grandes estados nacionais, são capazes de manter:

 

  • Uma única lei;
  • Um único exército;
  • Uma única fé reconhecida em todo o território nacional;

 

Deste modo, a institucionalização do absolutismo monárquico tinha como finalidade a centralização política e econômica dos países, com a preeminência do rei à aristocracia, ao clero, à própria burguesia e às populações das cidades e do campo.

 

Tópico 2 - A consolidação do Estado Moderno

A consolidação do Estado Moderno obedecerá a uma dinâmica própria em que todos os países da Europa Ocidental, entre os séculos XIV e XVIII, dentro de um processo próprio, irão concentrar nas mãos dos soberanos todas as atribuições do Estado: legislação, justiça, administração, defesa e interesses produtivos do próprio Estado.

A Guerra dos Trinta Anos_BDWebB
A Guerra dos Trinta Anos_BDWebB

 

 

Consolidação da França na Europa Continental

 

Como conseqüência do final da Guerra dos Cem Anos, durante o século XIV e o século XV (1337-1453):

 

  • A monarquia francesa consolidou seu arcabouço estatal com a organização de um sistema de recolhimento de impostos e um exército permanente.
  • O Estado foi ampliado administrativamente, suas fronteiras foram demarcadas com a tomada do porto de Calais aos ingleses.
  • Houve  a expansão em direção à Borgonha, à Provença e à Bretanha, em momentos sucessivos já no século XVI, constituindo um território aproximadamente igual ao da França da atualidade.

 

Europa no século XVIII_BDWebB
Europa no século XVIII_BDWebB
Luís XIV_França_BDWebB
Luís XIV_França_BDWebB

 

 

Investimento em manufaturas especiais

 

Fatores como:

 

> a retomada econômica,

 

> o comércio marítimo,

 

> a indústria têxtil – fábricas de sedas de Lyon e de Tours e suas feiras comerciais, 

 

> e as reformas administrativas da monarquia absolutista francesa. 

 

 

 Estes fatores, juntos ao fortalecimento do poder real desde o século XV, fizeram com que as empresas fossem favorecidas e grandes somas fossem investidas por financistas  franceses, apoiados pelo rei.

 

 

Édito de Nantes_1598_BDWebB
Édito de Nantes_1598_BDWebB

 

 

Protestantes e católicos franceses

 

 

A Reforma protestante, inicialmente aceita, foi reprimida a partir de 1540, sendo objeto de guerras internas na França que, ao final do século XVI foram  pacificadas por Henrique IV ( 1589 – 1610) através do Édito de Nantes (1598), sendo permitido local e liberdade de culto aos protestantes franceses. 

 

Em 1598, Henry IV, mencionado no preâmbulo do Édito de Nantes, (expõe) seu desejo de concluir os assuntos religiosos que, por meio século, dividiram a França. Por esta paz, ele aguarda o restabelecimento do Estado "em seu esplendor original, em sua riqueza e em sua força." Ele considera que é impossível estabelecer a unidade religiosa do reino,... E pede aos franceses que "se unam em uma vontade comum (pelo bem da França)....

Leia mais:

http://www.ariane-genealogie.net/france1/edit_nantes.htm

A noite de São Bartolomeu - lutas entre protestantes e católicos framceses.

 

 

A política dos Cardeais na França

 



 

A partir de 1610 foram reiniciadas as hostilidades a outros paises europeus, sob a regente Maria de Médicis.   É um período de transição em que, a partir de 1616 o então Bispo Richelieu é nomeado Secretário de Estado na pasta da Guerra.  Sob o reinado de Luís XIII, o Cardeal Richelieu buscou:

 

a)   consolidar a monarquia absolutista francesa, através de inúmera medidas contra o poder da nobreza e da influência da burguesia, que é minimizada, centralizando no poder real o poder de controle de monopólios;

 

b)   procura garantir a ordem provincial, domina inúmeras revoltas internas num período extremamente agitado de governo;

 

c)   procura estender as fronteiras da França até seus “limites naturais” – o rio Reno e a cordilheira dos Pirineus;

 

d)   alia-se aos protestantes franceses para lutar contra a Casa da Áustria e, com o os protestantes alemães contra a Áustria e a Espanha, procurando  obter a supremacia francesa na Europa;

 

e)   a partir dos pedidos de ajuda dos protestantes franceses aos ingleses, Richelieu entra em luta com eles e isola os ingleses em La Rochelle e obriga os protestantes franceses a se renderem, concedendo-lhes o perdão e a liberdade de culto, mas não garantias militares;

 

f)    desenvolve uma política mercantilista, tendo fundado companhias de monopólios, tendo êxito a Companhia das Índias Ocidentais;

 

g)   desenvolve manufaturas e cria uma rede de intendentes para controlá-las.

 

Vida do Cardeal Richelieu - Testamento político
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Cardeal Mazzarino

Após sua morte, Richelieu, em 1642,  é substituído pelo Cardeal Mazzarino, ainda durante a menoridade de Luís XIV,  conclui como vencedor a Guerra dos Trinta Anos contra os Habsburgos austríacos e espanhóis, assinando com a Espanha a “Paz dos Pirineus”, que  modifica a correlação de forças na Europa continental, dando supremacia à França.

 

A corte francesa_BDWebB
A corte francesa_BDWebB

 

 

O reinado de Luís XIV e o extremo do Absolutismo

 

Após a morte do Cardeal Mazzarino, em 1661, Luís XIV, em seu governo, de 1661 até 1715, busca apoio de colaboradores da burguesia e leva ao extremo o absolutismo. 

 

 

 O auge do absolutismo na França
Luís XIV, o Rei Sol, fortalece  a mais completa identificação entre a figura do soberano e o Estado.    Submete completamente a nobreza e a burguesia, concentra o poder  através de decretos, fiscaliza pessoalmente todos os negócios de estado, controla pessoalmente seu gabinete de ministros, assessorado por um conselho secreto.

 

 

Responda aos testes selecionados pelos Mestres da História.

 

20. (Fei) A famosa frase atribuída a Luis XIV: "O Estado sou eu", define:
a) o absolutismo;
b) o iluminismo,
c) o liberalismo;
d) o patriotismo do rei;
e) a igualdade democrática.
 
 
resposta:[A]

O auge do absolutismo na França e a imagem do Rei-Sol.


Luís XIV, o Rei Sol, fortalece  a mais completa identificação entre a figura do soberano e o Estado.    Submete completamente a nobreza e a burguesia, concentra o poder  através de decretos, fiscaliza pessoalmente todos os negócios de estado, controla pessoalmente seu gabinete de ministros, assessorado por um conselho secreto.

 

A construção da imagem do Rei-Sol e seu manequim.

21. (UFBA) Na questão adiante julgue os itens numerados de I a V e assinale a alternativa correta utilizando a chave de respostas a seguir:

 

"A imagem do rei-sol , como era chamado Luís XIV, que reinou até sua morte, em 1715, se construiu sobre a pintura, a gravura, a escultura, a arquitetura, a música e a palavra escrita ou oral."

(ONOFRE, p. 74)

 

Associando seus conhecimentos sobre absolutismo monárquica ao texto anterior, pode-se afirmar:

I - A construção da imagem pública do rei absolutista evidencia uma defasagem entre teoria e prática do absolutismo.

II - A utilização da arte como veículo de propaganda política indica o interesse do monarca absolutista em promover o desenvolvimento cultural das camadas populares. III - A preocupação com a difusão de uma imagem positiva perante a sociedade caracteriza o "rei-sol" como o precursor do despotismo esclarecido.

IV - Os monarcas absolutos, assim como os políticos atuais, também buscavam, na construção de uma imagem pública, formas para legitimar o exercício do poder.

V - O apoio da nobreza, classe politicamente privilegiada durante o Antigo Regime, era fundamental para a governabilidade do Estado, já que, na prática, ninguém governa sem o apoio das camadas mais fortes da população.

 

a) II e III são corretas.

b) I, II e V são corretas.

c) I, IV e V são corretas.

d) II, III, IV e V são corretas.

e) Todas as afirmativas são corretas.

 

 

resposta: [C]

Faça um tour virtual pelo Palácio de Versalles.

 

Click na imagem abaixo e uma nova aba irá abrir.  Siga as instruções intuitivamente.

Versailles_Galeria dos Espelhos
Versailles_Galeria dos Espelhos

 

 

Um luxo  e uma despesa inigualáveis

 

 

Vivendo no Palácio de Versalhes, cercado de um luxo inigualável, com dez mil cortesãos, servidores, burocratas e lacaios,  seu governo é o grande símbolo do absolutismo no mundo. 

 

Música do século XVIII - França

Exército francês_Séc. XVIII_BDWebB
Exército francês_Séc. XVIII_BDWebB

 

 

A política mercantilista francesa

 

 

Seu ministro de Finanças, Colbert, pertencia à classe burguesa e o desenvolvimento de todas as medidas mercantilistas possíveis buscou:

 

> a auto-suficiência do país,

 

> a regulamentação de produção,

 

> a criação de manufaturas do Estado,

 

> a ampliação do comércio exterior, através de companhias de comércio que eram alicerçadas num exército de 170.000 homens,

 

> e as inúmeras guerras travadas contra a Espanha e anexações como a Alsácia, fronteira com a atual Alemanha.

Estes foram alguns dos resultados da política mercantilista francesa.

Coral dos alunos de escola francesa
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Moeda francesa do século XVIII_BDWebB
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Divida interna e externa francesa crescia cada vez mais...

 

 

Ao final de seu governo, o volume de despesas com os gastos suntuosos da Corte, a máquina administrativa do Estado, as Forças Armadas e o Exército, deixou a França fortemente endividada e comprometeu não só seu próprio governo de Luís XV (1715 – 1774) como o de seus sucessores.

 

Tópico 3 - A Revolução Francesa e Napoleão

O cenário europeu, portanto, entre os anos de 1806 a 1815 é dominado pela expansão imperialista e queda de Napoleão Bonaparte, face ao Bloqueio Continental.  É este período onde diversas dificuldades se acumulam e, pouco a pouco, acrescidas aos estados de guerra mantidos com as novas coligações contra a França.

Napoleão Bonaparte_BDWebB
Napoleão Bonaparte_BDWebB

Napoleão Bonaparte

A França chega ao caos e à Revolução Francesa (1789) durante o governo de Luís XVI que é condenado à morte. 

 

A França e o enfrentamento às coligações européias

A França revolucionária enfrenta coligações de paises europeus imperiais e as vence sob o comando de Napoleão Bonaparte que, pouco depois de assumir o poder, proclama-se imperador.

Chegada da família real ao Brasil_1808_BDwebB
Chegada da família real ao Brasil_1808_BDwebB

A queda do império napoleônico

 

O cenário europeu durante a Quinta Coligação

 

O início do declínio do Império napoleônico

Especialmente entre 1808 e 1815 o declínio do Império Napoleônico começa a se tornar inevitável. Alguns fatores:

 

> A reação da Igreja Católica - Há um clima de nítida insatisfação nas nações católicas pela conquista aos Estados Pontifícios e a prisão do Papa entre 1809 e 1812. 

 

> A burguesia dos vários países e a influência inglesa - As burguesias ainda agrícolas dos países conquistados negociavam suas produções agrícolas pelas manufaturas inglesas.

 

> Os efeitos do Bloqueio Continental no mundo - Do mesmo modo, o Bloqueio Continental começa a ter efeitos no recebimento de matérias primas das colônias do Novo Mundo, uma vez que a Inglaterra continua sendo a principal potência marítima da época.

Tópico 4 - O Congresso de Viena

A partir da derrota de Napoleão em 1815, as forças conservadoras da Europa, representadas pelas nações aliadas ao longo das diversas coligações,  se reuniram num congresso, em Viena para restaurar o “status quo” político de 1789 e anular, se possível, as obras e as conquistas institucionais burguesas que a Revolução Francesa implantara na França e em diversos países, em todo o mundo.

Congresso de Viena_1848_BDwebB
Congresso de Viena_1848_BDwebB

O cenário político do Congresso de Viena

Questões as mais diversas de

restauração de antigos costumes vieram à tona num grande ímpeto conservador: 

a)   nos Estados Pontifícios queria-se suprimir a iluminação das ruas como uma perigosa inovação;

b)    uso de perucas em soldados e velhos uniformes fora do padrão do novo termo foram discutidas;

c)    a devolução de terras a nobres retornados e à igreja foi levantada como um símbolo de implantação da velha ordem anterior à Revolução Francesa.

Mapa da Europa após o Congresso de Viena_BDWebB
Mapa da Europa após o Congresso de Viena_BDWebB
Camafeu_Adereço francês_BDWebB
Camafeu_Adereço francês_BDWebB

Contradições e embates ideológicos

As contradições e contra-ordens esbarravam, entretanto, no desenvolvimento material e financeiro das instituições burguesas solidamente  implantadas.

 

 O embate entre a ideologia conservadora, que, estava triunfante após a vitória sobre a França de Napoleão, e  os ideais de nacionalismo e liberalismo da burguesia em todos os países estava em jogo.

Os princípios que regeram o Congresso de Viena

O Congresso de Viena foi mais uma série de reuniões encenadas entre bailes, paradas militares, banquetes, sem que ocorresse uma só reunião plenária com a totalidade de seus delegados. 

 

As reuniões decisórias ocorriam  em reuniões de pequenas comissões das quais faziam parte os estados mais proeminentes da aliança.

Granadeiro do Exército Inglês_BDWebB
Granadeiro do Exército Inglês_BDWebB

Os principais paises e representantes:

a)   A Inglaterra foi representada por Lord Castlereagh e pelo Duque de Wellington;

b)   a Rússia pelo czar da Rússia, Alexandre I;

c)   a Áustria por Klemens von Metternich, ministro do exterior austríaco;

d)   a Prússia e a França foram representadas por Taylleyrand, ex-ministro de Napoleão e que fora bispo sob Luís XVI, então nomeado como embaixador por Luís XVIII, entre inúmeras outras cabeças coroadas da Europa.

Mobiliáriod o palácio de Versailles_BDWebB
Mobiliáriod o palácio de Versailles_BDWebB

As principais questões

a)   A primeira questão foi a de fronteiras, havendo uma tendência a que as fronteiras da Europa voltassem ao que eram antes de 1789, data da Revolução Francesa.


b)   Outro princípio preconizado foi o da legitimidade:  as antigas casas reais depostas por Napoleão foram de novo reentronizadas em seus antigos tronos: 

>  a Bourbon na França;

>  Espanha e Duas Sicílias;

> a de Orange na Holanda;

> a de Sabóia no Piemonte e Sardenha;

>   os de Bragança em Portugal;

> a Suíça foi restaurada como uma confederação e  seu princípio de legitimidade reconhecido;

> a Polônia, reino fundado por Napoleão desapareceu dividido entre a Rússia, a Áustria e a Prússia;

> a e ao Papa foram restabelecidos os Estados Pontifícios.

Poder inglês no mundo_BDWebB
Poder inglês no mundo_BDWebB

O novo equilíbrio europeu

Mantida a antiga fronteira da França e estabelecida a indenização francesa em  milhões de francos às potências aliadas, o princípio das compensações foi acrescentado ao das legitimidades. 

 

O mundo redividido entre os vencedores

As perdas de guerra passaram a ser reclamadas em Petit Comité, sem considerar a autodeterminação dos povos, suas características, tradições ou religiões e um novo mapa da Europa foi traçado, obedecendo ao princípio da restauração e das ambições das diversas nações:

  • Á Inglaterra coube a Guiana Meridional na América, a África do Sul e o Ceilão, tomados aos holandeses.   
  • À Holanda coube a província austríaca dos Países-Baixos (Bélgica), tomados à Áustria.
  • À Áustria  recebeu em compensação as províncias de Veneza, Milão, Toscana, Parma e Módena na Itália. 
  • À Rússia coube a Finlândia tomada à Suécia, parte da Polônia e a Bessarábia.
  • E, por sua vez, como compensação à Suécia coube a Noruega, tomada à Dinamarca.

Os conflitos e o nacionalismo, a partir de todas estas divisões, sem dúvida tornaram-se mais exacerbado e viriam dar frutos ao longo dos trinta anos que se seguiram.

Publicado em 6 de jun de 2012

Hino da Independência do Brasil - Formato de Alta Definição. (Orquestra da OSESP)
Letra de: Evaristo Ferreira da Veiga e Barros
Música de: S.M, o Imperador Dom Pedro de Bragança ( do Brasil e IV de Portugal).

É por excelência o Hino que melhor representa a brasilidade, e com que a maioria dos brasileiros, mais se identifica.

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Exercício-Modelo2

 

Pesquise sobre o seguinte ponto e responda, discutindo com seu grupo de estudo.

 

1)  Quais os fatos políticos marcantes e mais importantes no mundo para a doutrina liberal? 

 

2)   Qual a importância da Independência do Brasil no contexto das idéias liberais no mundo?

 

Justifique suas respostas.

 

Base de pesquisa e resposta

 

1)  Sem dúvida, os eventos no mundo que tiveram grande repercussão e foram representativos da ideologia liberal foram a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos.  (O aluno deverá justificar esta resposta através de suas pesquisas.).

 

2)  A Independência do Brasil se insere no quadro das conseqüências das ideias liberais. Sua importância básica é ultrapassar a fase de dependência de Portugal e ter condições para organizar suas instituições através de constituição que serão outorgada a partir do processo de Independência, seguindo a linha política no mundo.  (O aluno deverá procurar justificar e aprofundar esta resposta.).


Pesquise e responda a partir destas explicações.

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