Unidade 1 - Séculos XIX e XX - O Liberalismo e sua Crise

Painel 1 – Revolução Comercial e o Mercantilismo

"Vários problemas atingiram as principais nações européias no decorrer do século XIX, que deixaram feridas difíceis de curar, já no início do século XX. Países como a Alemanha e a Itália haviam ficado de fora no processo neocolonial... Enquanto isso, França e Inglaterra podiam explorar diversas colônias, ricas em matérias-primas e com um grande mercado consumidor..."

Tópico 1 – Origens da Revolução Comercial e do Mercantilismo

Mapa da região da cidade de Constantinopla, Turquia_BDWebB
Mapa da região da cidade de Constantinopla, Turquia_BDWebB

Introdução: do século XV a XVIII

 

A entrada do Ocidente na Idade Moderna
Podemos pensar que, entre os séculos XV e XVIII, há uma mudança de paradigma que marca a entrada do Ocidente na Idade Moderna.  O mundo medieval, já em seus estertores é substituído por um período muito mais dinâmico de transformações sociais, políticas e econômicas que virá caracterizar a Idade Moderna. 

 

Marcos da Idade Moderna

 

Seus principais marcos são a Queda de Constantinopla, em poder dos turcos em 1453, e a Revolução Francesa, em 1789, e seus ideais apontam para nossa época, a Idade Contemporânea.

 

Movimento protestante na Europa_BDWebB
Movimento protestante na Europa_BDWebB

 

 

Fatores facilitadores principais da Revolução Comercial

 

Três são os fatores fundamentais que irão embasar este ciclo de mudanças no perfil da sociedade ocidental européia:

 

>  A Reforma Protestante

 

>  O Estado Absolutista

 

>  O Mercantilismo

 

A Reforma Protestante-  que desenvolverá uma “ética do capitalismo” e dará suporte ideológico religioso à aceitação do lucro como uma graça de Deus, a justa recompensa pelos esforços de trabalho e de uma vida reta.

 

 

 O Estado Absolutista-  forjado pela aliança da burguesia com a realeza, e que substitui o regime feudal descentralizado da Idade Média, por grandes estados nacionais, capazes de manter:

 

  • uma única lei;
  • um único exército;
  • uma única fé em todo o território nacional;
  • um único rei, fortalecido pelo apoio que recebeu da burguesia em sua çuta contra os nobres;
  • um único sistema de coleta de tributos pelo Estado.

 

O Mercantilismo– que propiciará as bases nacionais de acumulação de capital e, conseqüentemente com a quebra do poder das corporações de ofício medievais, que se tornam exclusivistas e antieconômicas.

 

O mercantilismo irá desenvolver um regime dinâmico de operações comerciais em escala mundial, processo conhecido como Revolução Comercial (1400 a 1700).

 

Pernambuco, no tempo de Maurício de nassau_Séc. XVII_BDWebB
Pernambuco, no tempo de Maurício de nassau_Séc. XVII_BDWebB

 

As bases do estado moderno

 

Estes três fatores – reforma e contra-reforma, absolutismo e mercantilismo – são as bases do Estado Moderno e definem os diferentes estágios do capitalismo no mundo, em especial no Ocidente europeu, indo dar as bases da Revolução Industrial nos séculos XVIII e XIX, e da Revolução Americana e Francesa no século XVIII.

 

 

 

 As nações européias e o processo de globalização do séc. XVI
Ao mesmo tempo, se expandem por todo o mundo, a partir do processo de colonização levado a efeito por nações européias, Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Holanda, ao colonizarem o Novo Mundo -  África, Ásia e América - a partir dos séculos XV / XVI.

 

Tópico 2 – Revolução Comercial

Entre os séculos  XII e XIV temos o período pré-capitalista, a transição entre o feudalismo e o capitalismo.  No início do século XV se inicia a Revolução Comercial, que se estende do século XV ao XVIII.  Este momento de expansão do comércio em nível mundial nos levará aos primeiros momentos da Revolução Industrial.

Camponês na Idade Média_BDWebB
Camponês na Idade Média_BDWebB

 

 

A decadência do feudalismo e o desenvolvimento do capitalismo

 

A decadência do feudalismo e o desenvolvimento do capitalismo como novo modo de produção moderno se dará por inúmeras razões:

 

 Alterações das relações de trabalho no campo

 

 Ao final do regime feudal, devido à escassez de servos que fugiam do campo e iam para as cidades, os trabalhadores começaram a ser contratados pelo senhor feudal, sendo pagos em dinheiro. 

 

 Crescimento urbano das populações

Ao fim da Idade Média, as populações começaram a crescer nas cidades (burgos), que adquirem, em função de seu desenvolvimento econômico, um papel político muito importante na sociedade, rivalizando-se com os Senhores Feudais.

 

 

Desenvolvimento do sistema de trocas (moeda)

 

Através da centralização da cunhagem de moeda nas mãos dos reis que, cada vez mais, adquirem poder político.

 

Expansão das atividades artesanais

 

Cada vez mais havia um contingente de consumidores e necessidade de produção ao final da Idade Média para atender ao comércio local e inter-regional.

 

A usura_BDWebB
A usura_BDWebB

 

 

Revolução Comercial

 

Podemos, portanto, definir a Revolução Comercial como um conjunto de mudanças no padrão econômico medieval que assinala a transição da economia estática para uma economia mais comercial, mais dinâmica. 

 

Aos poucos, o lucro deixa de ser um pecado...
A Igreja Católica, como um grande senhor medieval, era contrária ao lucro da Idade Média.  Classificava o lucro como pecado de usura.

 

 A Reforma Protestante e a Ética do Capitalismo

Deste modo, era necessário, para um regime de transações mercantis mais dinâmicas, criar-se os meios capitalistas de produção e a ideologia que aceitasse um novo conceito de riqueza e investimento, que culminou com a Reforma Protestante e a Ética do CAPITALISMO, onde o lucro passou a ser considerado uma virtude do trabalho.

CTRL Click - A origem da moeda
CTRL Click - A origem da moeda
A passagem do feudalismo ao capitalismo_Guilda: como o banco funcionava nas ruas_BDWebB
A passagem do feudalismo ao capitalismo_Guilda: como o banco funcionava nas ruas_BDWebB

 

 O fluxo de negócios no mundo: globalização

 

Chamou-se, portanto, Revolução Comercial ao fluxo contínuo de negócios do comércio europeu com a inclusão de novos mercados – América, Ásia e África – mercados fornecedores de matérias primas e consumidores de produtos metropolitanos europeus e que modificou o panorama do comércio na Europa, estagnado desde as crises do século XIV.

 

 

 Portanto, o Mercantilismo foi esta imensa expansão de trocas comerciais, sempre favoráveis aos países europeus colonialistas, aos Estados Absolutistas modernos, com o Novo Mundo recém-colonizado.

 

Rotas de navegação no século XVI_BDWebB
Rotas de navegação no século XVI_BDWebB

 

A formação da política mercantilista

 

 

A formação da política mercantilista nas nações européias foi uma exigência e uma necessidade dos estados absolutistas que se formaram no período. Sua estreita ligação com as monarquias nacionais fortaleceu os reis e a burguesia nascente. Os Estados Absolutistas que se formaram precisavam dispor de um grande volume de recursos para manutenção de:

 

Vamos nos lembrar da feição do mundo que a Idade Média legou à Idade Moderna, a partir do século XVI.

 

 

> Exército permanente.

 

 

 > Marinha de guerra poderosa e mercante extremamente operativa- atuando em geral, como apoio às operações da marinha mercante, em operações parcialmente financiadas pelo Estado, como o transporte de manufaturas para venda no exterior e bens ou minério extraído no exterior para as metrópoles coloniais.

 

 

> Aparelho administrativo- composto de funcionários públicos, responsáveis pela administração dos gastos suntuários da realeza, recolhimento de impostos ou administração das instituições públicas.

 

 

Como se cunhava moeda na Idade Média e Moderna_BDWebB

Tópico 3 - Comparações entre a economia medieval e mercantilismo

Todas estas transformações na forma de organização dos empreendimentos comerciais, industrial-artesanais da época são fundamentais para o domínio das nações européias no mundo.

Idade Média_BDWebB
Idade Média_BDWebB

 

Como o conceito de riqueza mudou...

 

Se, na Idade Média, a riqueza primordial era a terra, na Idade Moderna, as práticas utilizadas na geração de riqueza foram práticas mercantilistas que se caracterizam, de modo geral na Europa, pelos seguintes princípios:

 

1.       Controle da balança comercial, de tal modo que as exportações da metrópole fossem sempre maiores que as importações;

 

2.       Estímulo, portanto, ao comércio exterior;

 

3.       Acumulação de metais preciosos.

 

As fases do capitalismo

O controle do tempo_BDWebB
O controle do tempo_BDWebB

 

Primeira fase do capitalismo: capitalismo comercial ou mercantilismo

 

Nesta primeira fase do capitalismo, chamado capitalismo comercial ou mercantilista, o objetivo primordial era manter um sistema de intervenção governamental em todos os níveis, altamente centralizado, garantindo, cada vez mais, o aumento do poder do Estado, sendo seus principais objetivos:

 

Dirigismo econômico– exercer rígido controle sobre todas as atividades produtivas.

 

  1. Intervencionismo estatal– aumentar a produção de mercadorias com os objetivos de enriquecer a burguesia e a realeza e, com estes objetivos atingidos, fortalecer o Estado.
  2. Protecionismo alfandegário– regulamentar os diversos tipos de artigos produzidos e estabelecer um sistema de tarifas alfandegárias para proteger o mercado nacional contra a concorrência externa de outros países.

 

 

Bases do Mercantilismo

 

Podemos, portanto, definir o Mercantilismo como a forma de capitalismo comercial baseado nos três princípios:

Dirigismo econômico,

 

 

Intervencionismo estatal,

 

Protecionismo alfandegário

 

Que deram embasamento às nações formadas entre os séculos XIV e XVIII na Europa.

 

Tópico 4 – Manifestações do Mercantilismo nos Estados Europeus.

O absolutismo e o mercantilismo se constituíam na dupla face do Antigo Regime. O mercantilismo foi a política econômica dos Estados modernos em sua fase de transição para o capitalismo - pré-capitalismo ou capitalismo comercial.

Hampshire, Portsmouth, Inglaterra, a chegada do "Fleet" século XVIII_BDWEbB
Hampshire, Portsmouth, Inglaterra, a chegada do "Fleet" século XVIII_BDWEbB

 

 

O mercantilismo foi um ‘sistema de intervenção governamental para promover a prosperidade nacional e aumentar o poder do Estado’

 

 Princípios do mercantilismo

 

O Mercantilismo europeu é fundamentado em dois princípios já discutidos:

 

1.    Metalismo;

 

2.    Balança comercial favorável.

 

 Metalismo

 

Metalismo é a tese de que riqueza de um país dependeria de sua capacidade de acumulação de metais preciosos, com os quais fazer face às suas despesas administrativas, de guerra e de representação governamental da realeza.

 

Pistola alemã do século XVIII_BDWebB
Pistola alemã do século XVIII_BDWebB

 

 

 

Balança Comercial favorável

 

A balança comercial favorável tem sua importância baseada no fato de que, sem dívidas para com terceiros, os países não precisariam ceder em negociações internacionais que não lhes fossem favoráveis. A esta questão se aliava a capacidade de auto-suficiência do país, não dependendo para sua sobrevivência de qualquer outro.

 

 

 

Estas razões foram as causas da maioria das guerras entre países europeus, ao longo dos séculos XVI e XVIII, época do apogeu do mercantilismo.

 

Vamos analisar as características do Mercantilismo em cada país.

Corpete de barbatanas de baleia, séc. XVIII_BDWebB
Corpete de barbatanas de baleia, séc. XVIII_BDWebB

 

 

 

Espanha e o metalismo

 

Na Espanha o metalismo foi chamado de bulionismo. A exploração de ouro no México e prata no Peru, ao longo do século XVI, tornou a Espanha a mais rica das nações européias neste século. Este imenso fluxo de metais preciosos trouxe duas graves conseqüências:

 

1.       Ocasionou desinteresse pela produção industrial;

 

2.       Desencadeou um processo inflacionário generalizado, resultando numa vertiginosa alta no preço das mercadorias, então em escassez, conhecida como Revolução dos Preços.

 

Porto inglês. época do mercantilismo_BDWebB
Porto inglês. época do mercantilismo_BDWebB

 

Inglaterra e o comercialismo

 

 

 

 

 

Comercialismo era como o mercantilismo era chamado na Inglaterra. Iniciado durante o reinado de Elizabeth (século XVI) e continuado por monarcas da casa de Stuart e por Oliver Cromwell, caracterizou-se por:

 

1.       Um amplo desenvolvimento manufatureiro;

 

2.       Concessão de monopólios privilegiados às companhias comerciais;

 

3.       Furiosa disputa por colônias, especialmente aquelas que pudessem prover a matriz de metais preciosos ou produtos que, na Inglaterra, não pudessem ser produzidos;

 

4.       Desenvolvimento de poderio naval tanto de guerra quanto mercante, especialmente estes, cujos objetivos eram distribuir em todo o mundo os produtos ingleses, especialmente tecidos produzidos pelas manufaturas inglesas.

 

 

 

A legislação mercantilista inglesa

 

 

A síntese do pensamento mercantilista na Inglaterra do século SVI, pode ser bem expressa por um trecho de um documento inglês:

 

..A única maneira de fazer com que muito ouro seja trazido de outros reinos para o tesouro real é conseguir que grande quantidade de nossos produtos seja levada além dos mares, e menor quantidade de seus produtos seja para cá transportada...”

 

Rembrand e os mercantilistas_BDWebB
Rembrand e os mercantilistas_BDWebB

 

Oliver Cromwell e as Leis de Navegação

 

 A legislação inglesa sofreu diversas modificações, entre elas as Leis de Navegação, de caráter protecionista.

 

 

 Nos meados do século XVI (1651) Oliver Cromwell promulgou a primeira das leis de Navegação, segundo a qual todos os produtos coloniais exportados para a Metrópole seriam embarcados em navios ingleses.

 

 

Tabaco e sua distribuição na Europa_BDWebB
Tabaco e sua distribuição na Europa_BDWebB

 

 

Objetivo das Leis de Navegação

 

 

 

Esta lei visava, entre outras coisas, anular o predomínio holandês no comércio de fretes marítimos, uma vez que os holandeses se rivalizavam aos espanhóis no domínio dos mares do mundo.

 

 

 

Uma segunda Lei de Navegação (1660), confirmava a primeira e ampliava seus poderes, estabelecendo a proibição de transporte de certos artigos denominados “artigos enumerados” diretamente para os portos do continente europeu, sem antes passar por um porto inglês – em especial o tabaco e o açúcar.

 

Almirante no convés do navio_BDWebB
Almirante no convés do navio_BDWebB

 

 

 

A inglaterra e a ótica mercantilista.

 

Estes produtos deveriam ser, em primeiro lugar, enviados à Inglaterra, onde após o pagamento dos direitos alfandegários ingleses, seriam reembarcados para outros portos. Este princípio reafirmava o fato de as colônias servirem, em primeiro lugar, a metrópole.

 

 

 

Paralelamente a estas leis de caráter internacional, no fim do século XVI, a rainha Elizabeth autorizou os Juízes de Paz a fixar preços, regulamentar horas de trabalho e obrigar todo cidadão fisicamente capaz a trabalhar em alguma ocupação útil.

 

 

 

Tambor austríaco_BDWebB
Tambor austríaco_BDWebB

 

 

Alemanha e o mercantilismo

 

O mercantilismo alemão se ajustou à situação de sua política interna na época. A Alemanha, ainda fragmentada em pequenos estados, ocupados em resolver seus problemas internos, mais tarde iriam ser unificados na Alemanha, já numa fase tardia.

 

 

 Sua maior preocupação foi com o nacionalismo econômico e com a planificação de sua sociedade.

 

 

Objetivo

 

Seu objetivo dominante era aumentar o poder do tesouro real. O nome dado aos mercantilistas alemães era “cameralistas” (proveniente de “kammer” = tesouro real).

 

 

Suas práticas foram mais notadas durante os governos de Frederico Guilherme I (1713 – 1740) e por Frederico, o Grande (1740 – 1786), já no século XVIII, e, portanto, de uma forma tardia.

 

 

Entre as ações governamentais possíveis depois da consolidação da Prússia (estado correspondente à Alemanha de hoje)por Frederico Guilherme, fundador do governo absolutista na Alemanha e “Grande-eleitor”, sendo o primeiro membro da realeza alemã a exercer total soberania sobre o país, contemporâneo de Luís XIV (1643 – 1715):

 

  1. Abolição das “dietas” locais;
  2. Transformação de seu pequeno exército numa força militar nacional;
  3. Drenagem de pântanos e abertura de canais;
  4. Fundação de indústrias com o auxílio do governo;
  5. Instrução aos camponeses sobre o que plantar;
  6. Foram proibidas exportações de matéria-prima e a importação de produtos manufaturados.

 

 Grande parte das rendas advindas destas medidas era aplicada no exército que chega a ter um efetivo de 160.000 homens sob o comando de Frederico, o Grande.

 

 

 

França e o colbertismo

 

O mercantilismo chega ao apogeu na França com o nome de colbertismo, em homenagem a Colbert, ministro de Luís XIV (1643 – 1715).

 

 Colbert procura atingir os ideais do mercantilismo (metalismo, balança comercial favorável, etc) através:

 

> da proibição de importações e incentivos às exportações;       

 

> dos incentivos ao desenvolvimento da navegação francesa;

 

> da criação das manufaturas reais;

 

> da concessão de monopólios estatais;

 

> da subvenção à produção de artigos de luxo;

 

> da criação de grandes companhias comerciais;

 

> da conquista de colônias;

 

> e do fomento ao crescimento da marinha mercante.

 

 

 

53 selos de colônias francesas_BDWebB
53 selos de colônias francesas_BDWebB

 

As colônias francesas no mundo

 


 

Colbert fomentou o imperialismo comprando as ilhas Martinica, Guadalupe nas Antilhas, estabeleceu colônias em São Domingos, no Canadá e na Luisiana, entrepostos comerciais na Índia e na África.

 

 

 

Estabeleceu rígida regulamentação de todo processo produtivo de tal modo que as companhias francesas só comprassem na França ou de suas colônias as matérias–primas necessárias à produção.

 

Guiana Francesa_a última colônia_BDWebB
Guiana Francesa_a última colônia_BDWebB

 

Uma grande esquadra... E muitos filhos

 

Proveu a França de uma esquadra de cerca de 300 navios, recrutando cidadãos das províncias marítimas e, também, criminosos para tripulá-los. 

 

 

Estimulou um rápido crescimento da população, criando incentivos a quem tivesse mais de 10 filhos.

 

Evolução da moda na França. Devemos entender a moda como uma grande indústria, em especial, na França.

Evolução da moda_BDWebB
Evolução da moda_BDWebB

A grande mudança de mentalidades nos últimos séculos

 

Resultados das três revoluções no mundo contemporâneo

 

 

Revolução Comercial - 1400 - 1700
Podemos pensar na Revolução Comercial como o período que vai de 1400 até, aproximadamente, 1700 e, em casos tardios (Prússia (Alemanha), por exemplo), até o final do século XVIII. 

 

 

A Revolução Industrial - final de 1700 ao início do século XX
As Revoluções Comercial e Industrial foram responsáveis por rápidas e decisivas mudanças no panorama econômico estático da Idade Média e preparou o mundo para o advento da Revolução Industrial no final do século XVIII e ao longo do século XIX.

 

 

Revolução Francesa - 1789 - uma mudança ideológica e política nas mentalidades

 

A Revolução Francesa, em 1789, é o momento limite final da Idade Moderna e o inicio da Idade Contemporânea, onde os ideais e a supremacia política da burguesia irão determinar os acontecimentos do século XIX, XX e XXI. 

 

 

Exercício - Modelo 1

 

Os países europeus se fortaleciam e necessitavam de uma balança comercial favorável (mais exportações que importações de produtos) para, com isso, manterem os custos de suas monarquias e de sua administração, exército e marinha. 

 

 

Todos buscavam supremacia sobre o Novo Mundo e as disputas entre as nações européias eram continuas.

 

 

A partir deste raciocínio,  discuta com seus colegas e professor e tente justificar o chamado pacto colonial e a proibição, por exemplo, no Brasil, de termos indústrias e manufaturas durante nosso período colonial. 

 

 

Envie suas considerações ao seu professor. 

 

 O trabalho pode ser em grupo.  

 

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