Pesquisa, Debate e Redação - História - 9ª Série - Unidade 1

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Globalização e o século XX.

 

Globalização, ontem e hoje

A expressão "globalização" tem sido utilizada mais recentemente num sentido marcadamente ideológico, no qual assiste-se no mundo inteiro a um processo de integração econômica sob a égide do neoliberalismo, caracterizada pelo predomínio dos interesses financeiros, pela desregulamentação dos mercados, pelas privatizações das empresas estatais, e pelo abandono do estado de bem-estar social. Esta é uma das razões dos críticos acusarem-na, a globalização, de ser responsável pela intensificação da exclusão social

Leia mais:

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/seculo/2002/10/10/001.htm

Um dos maiores professores do Brasil nos ensina sobre Globalização.

Enviado em 05/06/2011

O mundo global visto do lado de cá, documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler, discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes). O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo e intelectual baiano Milton Santos, gravada quatro meses antes de sua morte.
O cineasta conheceu Milton Santos em 1995, e desde então tinha planos para filmar o geógrafo. Os anos foram passando e, somente em 2001, Tendler realizou o que seria a última entrevista de Milton (que viria a morrer cinco meses depois). Baseado nesse primeiro ponto de partida o documentário procura explicar, ou até mesmo elucidar, essa tal Globalização da qual tanto ouvimos falar.
O documentário percorre algumas trilhas desses caminhos apontados por Milton, vemos movimentos na Bolívia, na França, México e chegamos ao Brasil, na periferia de Brasília. Em Ceilândia, a câmera nos mostra pessoas dispostas a mudar as manchetes dos jornais que só falam da comunidade para retratar a violência local. Adirley Queiroz, ex-jogador de futebol, hoje cineasta, estudou os textos de Milton e procura novos caminhos para fugir do 'sistema' ou do Globaritarismo -- termo criado por Milton Santos para designar a nova ordem mundial.

Quer ter uma ideia de como era uma feira medieval?...Hoje?...No Brasil?

Feira de Vicente de Carvalho – Itapema

C. Sidoti
Artistas de rua
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Cristiano Sidoti · Guarujá, SP
17/1/2008 · 98 · 0

A população de Vicente de Carvalho representa a grande massa de Guarujá. O distrito tem vida própria, ao contrário das praias que só têm movimento em férias e feriados. O comércio pequeno e informal é numeroso. Um fato muito marcante é o ambiente nordestino que a cidade oferece devido a seus inúmeros conterrâneos. A comida típica, a música e as vendas tradicionais estão por toda a parte. Como de costume os moradores estão sempre prontos a ficar nas ruas, em pequenas reuniões, botecos e feiras. A tradicional "feira do rolo" de domingo em V.C. é um costume popular que remete às feiras do Nordeste; onde se troca e compra de tudo, inclusive a partir do lixo descartado pela sociedade de consumo, e ainda se pode ver artistas de circo, cantadores, curandeiros, músicos, jogos de azar etc.

Se procurarmos identificar nossa forma atual de feira livre, a localizaremos muito mais próxima do mercado da Idade Média do que da feira propriamente dita. A feira é um acontecimento público, onde as pessoas se encontram sem pagar ingresso. É uma das poucas coisas acessíveis a todos; a freqüência a ela é livre.

Leia mais:

http://www.overmundo.com.br/guia/feira-de-vicente-de-carvalho-itapema

 

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